dezembro 05, 2007
56 anos de Vida com a Vida ameaçada
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novembro 29, 2007
A nossa Padroeira III

A Grande Santa e Mártir Bárbara viveu e sofreu durante o reinado do imperador Maximiano (305-311). Seu pai, um pagão de nome Dióscoro era um homem rico e ilustre da cidade fenícia de Heliópolis; como ele ficou viúvo muito cedo, voltou toda a sua atenção em devoção a sua filha única. Bárbara tinha uma beleza tão extraordinária que seu pai decidiu criá-la afastada dos olhos de estranhos. Para isso ele construiu uma torre, na qual ela vivia, junto de seus tutores pagãos.
Do alto da torre, ela podia vislumbrar a imensidão da criação de Deus: durante o dia, ela via colinas cobertas de florestas, rios que cortavam a terra e campinas cobertas por flores de todas as cores do arco-íris; e, a noite, o impressionante espetáculo da harmonia e majestade dos céus estrelados. Logo a jovem donzela passou a se questionar sobre o Criador de um mundo tão esplêndido e harmonioso. Aos poucos elas foi se convencendo que os ídolos pagão eram criação das mãos humanas, e embora seu pai e tutores a ensinavam a adorá-los, os ídolos não se mostravam sábios ou divinos o suficiente para terem criado o mundo. O desejo de Bárbara de conhecer o Deus Verdadeiro consumia sua alma de tal maneira que ela decidiu devotar toda a as vida a isto, vivendo em castidade.
Mas a fama de sua beleza espalhou-se pela cidade, e surgiram muitos pretendentes à sua mão. E apesar das súplicas de seu pai, ela recusou, dizendo-lhe que sua persistência poderia separá-los para sempre, tendo um final trágico. Dióscoro, então, decidiu que o temperamento de sua filha havia sido afetado por sua vida reclusa – ele, então, permitiu que ela deixasse a torre, concedendo-lhe a liberdade de escolha de seus amigos e conhecidos. Foi assim que a donzela conheceu na cidade jovens cristãos, que lhe revelaram sobre os ensinamentos de Deus, a vida de Nosso Senhor, a Trindade e a Sabedoria Divina. Pela Providência Divina, após um certo tempo, um padre de Alexandria, disfarçado como mercador, chegou a Heliópolis, e posteriormente veio a batizar Bárbara.
Enquanto isso, um luxuoso quarto de banho estava sendo construído na casa de Dióscoro. Segundo suas ordens, os operários deveriam construir duas janelas na parede sul; mas Bárbara, aproveitando-se da ausência de seu pai, pediu-lhes para que fosse feita uma terceira janela, representando a Trindade. Sobre a entrada do quarto de banho Bárbara esculpiu em pedra uma cruz – segundo o hagiógrafo Simeão Metafrastes, certo tempo após a fonte que originalmente abastecia o quarto de banho ter secado, ela voltou a jorrar água com poderes curativos.
Quando Dióscoro retornou, expressando insatisfação com as mudanças em sua obra, sua filha lhe contou sobre seu conhecimento do Deus Triúno, sobre a salvação pelo Filho de Deus e da futilidade de adorar falsos ídolos.
Dióscoro imediatamente foi tomado pela fúria, tomando uma espada para matá-la; a jovem fugiu de seu pai, que partiu em sua perseguição; quando Santa Bárbara chegou a uma colina, nele se abriu uma caverna para escondê-la em seu interior. Após uma busca longa e sem resultados por sua filha, Dióscoro viu dois pastores em uma colina. Um deles lhe mostrou a caverna onde a Santa havia se escondido – quando a encontrou, Dióscoro lhe deu uma surra terrível, para depois mantê-la em cativeiro, em um jejum forçado. Vendo que não conseguia vencer a fé de Santa Bárbara, ele a levou para Marciano, o governador da cidade. Juntos, eles voltaram a surrá-la e chicoteá-la, salgando suas feridas. À noite, a Santa Donzela rezou com fé ao Senhor, e Ele lhe apareceu em pessoa, curando seus ferimentos. Ela, então, sofreu tormentos mais cruéis ainda.
Entre a multidão que se encontrava próximo ao local da tortura, havia uma cristã moradora de Heliópolis, de nome Juliana, e seu coração havia se enchido de compaixão pelo martírio voluntário da bela e ilustre donzela.
Também desejando se sacrificar por Cristo e sua fé, e começou a denunciar os torturadores em voz alta, sendo presa logo em seguida. Ambas a Santas Mártires foram torturadas por muito tempo; após serem flageladas, foram levadas pelas ruas da cidade, em meio à zombaria e escárnio da multidão.
Após a humilhação, as fiéis seguidoras de Cristo, Santas Bárbara e Juliana foram decapitadas. O próprio Dióscoro executou Santa Bárbara. A fúria de Deus não tardou a punir seus torturadores e executores: logo em seguida, Dióscoro e Marciano foram fulminados por raios e relâmpago.
No século VI, as relíquias da Santa Mártir Bárbara foram transladados para Constantinopla. No século XII, a filha do Imperador Bizantino Aleixo Comenes, a princesa Bárbara, após contrair matrimônio com o príncipe russo Miguel Izyaslavich as transladou para Kiev, capital da atual Ucrânia. Hoje suas santas relíquias descansam na Catedral de São Valdomiro em Kiev.
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Etiquetas: Historia, Santa Barbara
novembro 20, 2007
A "Urgeiriça" VS GDR Canas de Senhorim
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Etiquetas: GDR Desporto
novembro 16, 2007
À conversa com...António Minhoto
Os objectivos da vigília dos ex-trabalhadores da ENU foram concretizados?
Foram. Queríamos levar a luta para a rua, divulgá-la junto das populações…
A luta já estava na rua.
Estava na rua, mas não havia o contacto com as populações. Organizámos uma marcha entre a Urgeiriça, Nelas e Viseu, comunicando com a população, dando a conhecer as nossas razões. Durante as 24 horas, 12 delas em Viseu, passaram pela vigília vários quadrantes políticos, sindicais e populares manifestando concordância e apoio.
Curiosamente não tiveram tanta solidariedade da parte do partido que sustenta o governo. O líder da Federação Distrital de Viseu do PS, José Junqueiro, recusou mesmo receber-vos.
Pelo contrário. Nós temos vindo a ter cada vez mais apoio do PS. A concelhia de Nelas está solidária com este processo e a de Viseu, ao contrário do que pretendíamos, porque tencionávamos deixar ficar na caixa do correio o nosso manifesto, recebeu-nos e mostrou-nos solidariedade e estímulo. Passámos até para outra fase, em termos de apoio no PS.
A atitude de José Junqueiro surge em contra-ciclo com a do seu próprio partido?
Isso é um fait-divers interno do PS. Entendemos que não nos devemos meter nisso. O PS tem que olhar para o deputado Miguel Ginestal. Devem ser solidários com ele porque foi um homem com coração, sensível, que esteve no plenário, viu os problemas e afirmou que havia uma dívida do Estado para com os trabalhadores.
Porque diz que é um fait-divers?
Porque não corresponde à solidariedade e às intenções do PS. Em 2005, o PS apresentou um requerimento, na Assembleia da República, subscrito por todos os deputados de Viseu, dizendo para darem o melhor andamento possível às nossas reivindicações.
O PS deve olhar para o que disse o deputado Miguel Ginestal e não para o que disse agora o líder da federação distrital?
Só dizemos que deve ser solidário e que não deixe queimar em lume brando um ânimo que é tão sensível e justo. Por isso, é que ele (Miguel Ginestal) é justo, porque esteve, no dia a dia, com os trabalhadores. O (José) Junqueiro nunca apareceu. Mas eu queria fugir dessa questão, porque a nossa luta não é contra o PS, que tem sido um aliado. O próprio Junqueiro, na nossa presença, marcou uma audiência com o Ministério do Trabalho para discutir o problema. Portanto, não percebemos essa afirmação.
Refere-se ao facto de José Junqueiro ter tido que o senhor “não é uma pessoa politicamente séria” ou ter-se referido a si dizendo que “pretende tirar outras regalias à custa deste processo”?
Essa afirmação foi um acto que não foi pensado. Não a vamos levar a sério. Estar a sério nisto tem a ver com os trabalhadores, que são quem tem que mostrar se aceita ou não a minha liderança. Ela foi-me imposta e vem do último ano em que trabalhei na ENU (1989). Fui o primeiro a ser despedido e os trabalhadores, perante o facto de não haver forças para me manter na empresa, disseram que eu tinha que aceitar a indemnização. A resposta que dei foi que a indemnização seria posta ao serviço desta luta.
Estamos a falar de quanto?
De valores que rondavam os três mil contos. Numa homenagem que me fizeram, com cerca de 200 trabalhadores, ofereceram-me uma lápide a dizer: “obrigada pelos serviços”. Isso nunca se pode esquecer, nem se pode anular. Isto mexe muito comigo e eu nunca poderia abandonar os meus camaradas. Por isso, estive em todos os processos. Incentivei-os, dei orientações, movimentei opiniões dos partidos e eles sabem disso. Os trabalhadores têm beneficiado dessa luta e estão unidos. Esta sumula de reivindicações une toda a gente. É pelos exames, é por aqueles que faleceram e é por aqueles que não têm direito à reforma antecipada. Nunca foi uma luta individualista. Fomos sempre mobilizando e incentivando aqueles que lutavam. Foi pela requalificação ambiental, foi apoiando os trabalhadores que queriam rescindir o contrato mas com os seus direitos assegurados, lancei a actividade de uma associação ambientalista – a AZU – que teve um papel importante na requalificação ambiental. A questão da honestidade política está traduzida nesta luta e no apoio que ela tem.
José Junqueiro revela ignorância?
Não sei… Talvez a pressão política, a vinda do líder (José Sócrates) ao outro dia. Talvez a necessidade de mostrar trabalho o levasse a pronunciar esta afirmação descabida, despropositada e que não corresponde ao apoio que os trabalhadores depositam em mim. A prova evidente foi esta marcha, que levou 100 ex-trabalhadores até Viseu, em situações muito difíceis, ao fim de uma semana de trabalho. Reunir cerca de 100 trabalhadores que estão espalhados pelo país nesta marcha, corresponde a um sentimento de luta, de revolta e de vontade de vencer, como corresponde a uma liderança de pessoas que têm trabalhado e dado o seu melhor.
Porque é que acabou por protagonizar essa luta e pôs a sua indemnização ao serviço dos ex-trabalhadores?
Por tudo aquilo que os mineiros sofreram na pele. Por um sentimento que vem do facto de ver colegas meus, entre os 45 anos, a partir; ver viúvas destroçadas; ver injustiças feitas através do método de tentar dividir para reinar. Uma empresa do Estado tem que ser clara, igual para todos, nos direitos. Uns não podem ser de primeira e outros de segunda. Não podemos aceitar isto quando todos nós contribuímos para a riqueza do país.
“Na Urgeiriça, mora a palavra saudade...”
No blogue “Urgeiriça em peso”, há um texto, com o título “Homenagem ao mineiro”, que contém a frase: “Na Urgeiriça, mora a palavra saudade…”. Saudade de quê?
(Pausa) Olhe. É a saudade dos nossos (pausa) convívios, da nossa família, das dificuldades que passámos, porque essa forma de estar da família mineira era um exemplo, porque com o sacrifício que passavam no dia a dia tinham que ser unidos para tentar levar o seu trabalho avante. Era um trabalho de equipa e foi nessa base que os trabalhadores sempre se juntaram. Esta saudade é no sentido do que vivemos, do tempo que já lá vai, mas que marcou e está marcado nos ex-trabalhadores.
Texto e foto deIsabel Costa Bordalo [Jornal do Centro]
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Ex-mineiros querem pagamento da ‘dívida’

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novembro 13, 2007
Salvem a Casa do Pessoal – Minas da Urgeiriça

Fundada em 3 de Dezembro de 1951, a Casa do Pessoal das Minas da Urgeiriça tinha como objectivo essencial o desenvolvimento físico e intelectual dos seus associados, e ainda hoje, em conformidade e afinidade a este objectivo, procura visar a prossecução de interesses colectivos e comuns dos sócios, das famílias e amigos, de reformados, de trabalhadores e ex – trabalhadores das Minas da Urgeiriça.
- Social: cursos básicos de ensino, cursos de inglês, colónias de férias, jardim escola, fundo de assistência social para doença, parque infantil, cantina, etc;
- Cultural/ Recreativo: Biblioteca e salas de leitura, bar, salas de jogos, sala de espectáculos/ colóquios e exposições; cinema - projecção de filmes semanais em película 35 mm ; teatro / música teatro revista, récitas, rancho infantil , orfeão, escola de música, agrupamento musica, etc;
Apelamos ao bom senso, à solidariedade e à ajuda daqueles que se identificam de alguma forma com esta Casa, que não a deixem morrer.

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Etiquetas: Casa Pessoal
novembro 11, 2007
O pagamento da dívida
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novembro 10, 2007
Luta dos Mineiros
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novembro 08, 2007
Exames aos mineiros da Urgeiriça
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novembro 05, 2007
Os riscos da exploração do urânio

Em Portugal coloca-se agora a corrida à exploração das 4.100 toneladas de urânio de Nisa, considerada a única zona do país onde esta pode ser economicamente rentável. Nove consórcios já mostraram o seu interesse, estando a Direcção-Geral de Geologia e Energia a elaborar os cadernos de encargos de abertura de um concurso internacional para a atribuição da concessão de exploração, a qual poderá ser conhecida até ao final de 2009.
Tal como no passado, apesar dos avanços tecnológicos e das regulações ambientais, a exploração de urânio pode trazer elevados impactos para a região. Coloca-se o ambiente e a saúde das populações em risco, em nome de um projecto que terá um período de vida útil de 6 a 8 anos e criará pouco emprego. Numa zona deprimida do país, coloca-se em risco as oportunidades de desenvolvimento local sustentável, assente em vectores estratégicos que retiram mais-valias da riqueza natural e patrimonial do território, ao mesmo tempo que preservam o ambiente e potenciam o emprego durável e a qualidade de vida local.
Esta é uma opção estruturante para o território local e a forma de encarar o interior do país. Ou a criação de riqueza fácil que pouco ou nada deixará para os território locais e as suas gentes, gerando problemas ambientais e sociais que ficarão para o Estado resolver num futuro longo em que só a desertificação humana é expectável, ou a aposta em eixos de desenvolvimento que criam dinamismo local geradores de emprego, rejuvenescimento populacional, qualidade no ambiente e paisagem, coesão social.
Vivemos num país em que a exploração de urânio do passado (nas 61 explorações mineiras existentes no país) acarretou um enorme passivo ambiental e impactes negativos na saúde pública das populações, que ainda hoje se manifestam e continuam por resolver. As minas encerradas continuam a ser responsáveis, além de poluição visual, pela presença de poeiras tóxicas na atmosfera e por situações de contaminação de solos, cursos de água e lençóis freáticos.
O acondicionamento dos milhares de toneladas de escórias, resultantes do tratamento do minério, em escombreiras e barragens de estéreis, sem que nada tenha sido feito durante décadas, deixou um pesado legado de degradação do ambiente e nas condições de vida em 18 concelhos do território nacional.
Existem cerca de 7,8 milhões m3 de resíduos, dos quais 3 milhões representam maior perigo de contaminação. As minas da Urgeiriça, no concelho de Nelas, em Viseu, têm as maiores fontes de radioactividade, representando a quase totalidade dos resíduos. O estudo MinUrar - Minas de Urânio e seus Resíduos: Efeitos na Saúde da População, coordenado pelo Observatório Nacional de Saúde, concluiu que a população de Canas de Senhorim, exposta às minas da Urgeiriça, apresenta uma diminuição das funções da tiróide, da capacidade reprodutiva de homens e mulheres e do número de glóbulos vermelhos, brancos e de plaquetas no sangue.
Para resolver os problemas associados às explorações uraníferas abandonadas estima-se que será necessário um investimento na ordem dos 70 milhões de euros.
Pouco ou muito pouco foi ainda feito. E continuam a morrer ex-trabalhadores das minas de urânio sem que as famílias recebam indemnizações; não se realizam estudos nem se faz o acompanhamento médico prolongado das populações que vivem nesses territórios; não existe qualquer compensação aos municípios pela degradação ambiental gerada por actividades económicas supostamente de interesse nacional. E estas mesmas questões mantêm-se actuais se a reactivação das minas de Nisa avançar, pois não há quaisquer garantias por parte do Estado ou dos concessionários que vão explorar o urânio. Pois os efeitos, sobretudo na saúde, da mineração de urânio podem vir a manifestar-se num tempo demasiado longo, mantendo-se para as gerações futuras.
Algumas notas sobre a extracção de urânio:
Mesmo as maiores jazidas contêm menos de 1% de urânio: uma grande quantidade de rocha tem de ser extraída para se obter quantidades úteis de urânio. Grande parte desta rocha é esmagada em partículas muito finas, quase tão radioactivas como o urânio e que se dispersam facilmente pelo ar. Para se extrair o urânio geralmente são utilizadas grandes quantidades de água, ácido sulfúrico e composto ligante sobre estas partículas. Com a maioria do urânio removido (cerca de 90%), as escórias são armazenadas em escombreiras ou barragens. O nível de radiação destes resíduos pode ser 20 a 100 vezes superior aos níveis naturais dos encontrados nas jazidas superficiais, e têm de ser armazenados por centenas a milhares de anos até atingirem um estado estável. As poeiras radioactivas, os materiais tóxicos e o radão gerados ao longo destes processos e presentes nos resíduos podem dispersar-se facilmente, contaminando pessoas e ecossistemas.
Outro processo de extracção do urânio muito comum é através da injecção na água subterrânea de soluções altamente ácidas ou alcalinas. Este é um processo altamente contaminante, tanto dos lençóis freáticos, do solo e da rocha, mas também gerando resíduos altamente radioactivos e tóxicos.
Rita Calvário
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outubro 24, 2007
outubro 23, 2007
Os nossos "infantes".
A Urgeiriça presente nos infantis do G.D.R. Canas de Senhorim
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Etiquetas: GDR Desporto
outubro 17, 2007
Ex-trabalhadores da ENU vão começar a submeter-se a exames médicos.
Os ex-trabalhadores da extinta Empresa Nacional de Urânio (ENU) “vão começar em Novembro a ser convidados a iniciar voluntariamente um programa de saúde”, informou o delegado de Saúde de Nelas, em comunicado.
“Por decisão do ministro da Saúde”, os ex-trabalhadores da extinta ENU, sediada na Urgeiriça, concelho de Nelas, serão submetidos a um programa de saúde voluntário”, revelou, em comunicado, Bernardino Soares, delegado de Saúde de Nelas.
Segundo explicou, o programa “está praticamente em condições de passar ao terreno, ou seja, iniciado, e pressupõe uma colaboração entre o Hospital de Viseu e o Centro de Saúde de Nelas”.
“Será feito, no Hospital de Viseu, um exame inicial a todos os ex-trabalhadores que quiserem submeter-se a ele e as pessoas serão depois encaminhadas de acordo com os problemas de saúde detectados”, adiantou.
Posteriormente, poderá ser feita “a vigilância da saúde das pessoas, que voltarão ao hospital, à especialidade necessária, sempre que o médico de família entender que é preciso”, referiu ainda.
Decisão surge um dia depois de plenário.
A realização de exames médicos é uma reivindicação antiga dos ex-trabalhadores da ENU, tendo estes já levado a cabo várias acções de luta para a verem satisfeita.
Para António Minhoto, dirigente da associação dos antigos trabalhadores da ENU, este anúncio do início de exames de saúde sugere “duas notas”.
Primeira: “sai após um plenário importante dos ex-trabalhadores realizado no domingo [um dia antes do anúncio do delegado de Saúde] e em que foram decididas questões de importância para o futuro da luta dos trabalhadores”.
Segunda: “mais do que ninguém, os interessados em fazer os exames são os trabalhadores e, portanto, entendemos que há um desprezo e um desrespeito pela luta ao termos conhecimento pela Comunicação Social de que se vão realizar”.
Ressalve-se que, no plenário realizado no domingo na Urgeiriça, os ex-trabalhadores da ENU tinham decidido esperar até ao final do mês por uma resposta positiva do Governo às suas reivindicações. Caso tal não acontecesse, novas acções de luta, então calendarizadas, seriam levadas a cabo, nomeadamente “vigílias, marchas a pé junto do Partido Socialista de Viseu, do Governo, da Assembleia da República”.
Recorde-se que, além da realização de exames médicos, os ex-trabalhadores da ENU reivindicam ainda o pagamento de indemnizações às famílias das vítimas mortais e a equiparação a trabalhadores de fundo de mina, que vai permitir benefícios na idade da reforma.
Para António Minhoto, estas outras exigências, estão, aliás, relacionadas com os resultados dos exames médicos. “Se há uma consequência grave que é conhecida através desses exames, obviamente as outras reivindicações também têm que ser contempladas porque têm que ser minimizados todos os efeitos a que os trabalhadores estiveram sujeitos”.
C. C
16-Out-2007
"Notícias de Viseu"
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outubro 15, 2007
Os "Uranios"
Um album para recordar e conservar...
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outubro 11, 2007
"Terra envenenada"
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Etiquetas: Televisão
agosto 16, 2007
Nuno Cardoso diz...
[...]
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agosto 06, 2007
julho 24, 2007
Futuras "estrelas" vivem na Urgeiriça.
...e para o ano há mais "estrelas" na forja...
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julho 18, 2007
Urânio…parte III
O processo de enriquecimento do urânio consiste em aumentar a concentração de isótopos 235 deste mineral. Estes isótopos, cujos núcleos possuem 92 prótons e 143 nêutrons, são os únicos átomos de urânio capazes de realizar a fissão nuclear. Em uma usina nuclear, a fissão fornece calor para o aquecimento da água e produção do vapor que movimenta as turbinas e gera energia elétrica.

O enriquecimento não é uma reacção química, mas acontece por aceleração. Na ultra centrifugação, isso ocorre em uma máquina que gira a 70 mil rotações por minuto.·Neste processo, o urânio é enriquecido de 0,7% para em torno de 3%. Só para comparar, uma bomba atómica utiliza urânio enriquecido a mais de 80%.
Urânio U. Elemento metálico radioactivo pertencente à família dos actinídeos. Z = 92; configuração electrónica: [Rn] 5f3 6d1 7s2; MA = 238,03; d = 19,05 g.cm-3 (20°C); PF = 1132°C; PE = 3818°C. Ocorre como uraninita, um mineral de óxido de urânio (IV) que contém pequenas quantidades de rádio, tório, polônio, chumbo e hélio. Quando a uraninita ocorre de forma massiva, com um certo brilho, é chamada pechblenda, considerado o principal minério de urânio. O elemento é extraído do minério por processo de troca iônica. São encontrados 3 isótopos naturais (238U: 99,28%, 235U: 0,71% e 234U: 0,006%). O 235U sofre fissão nuclear sob acção de neutrões lentos e é usado como combustível em reatores e armas nucleares. Por isso o urânio ganhou enorme importância técnica e política. Ele foi descoberto em 1789 por M. H. Klaproth.

Amostra de pechblenda ou uraninita, o minério de UO2. Apresenta traço escuro, fractura irregular, é frágil e fortemente radioactivo. É o mineral mais importante para obtenção de rádio e urânio.
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julho 16, 2007
julho 12, 2007
A Urgeiriça...na "Folha do Centro-Nelas"
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julho 05, 2007
A Urgeiriça...no "Diário As Beiras..."
02-07-2007
NELAS
Governo continua sem pagar aos ex-mineiros da Urgeiriça
Antigos trabalhadores querem aproveitar a presidência portuguesa da União Europeia para dar mais visibilidade às suas reivindicações. A Empresa Nacional de Urânio (ENU) entrou em processo de liquidação em 2001 e encerrou definitivamente no final de 2004, mas, ainda hoje, seus antigos trabalhadores reclamam ao Governo que “pague a dívida” que tem. “Já andamos nisto há tempo de mais. Queremos mostrar à Europa que o Governo português ainda não pagou a dívida que tem para connosco”, afirmou José Lopes Soares, antigo trabalhador da ENU, minutos antes de entrar num autocarro rumo ao Porto, onde Portugal assumiu ontem a presidência da União Europeia. A exploração de urânio em Portugal esteve a cargo da ENU desde 1977, altura em que sucedeu à Junta de Energia Nuclear.Sediada na Urgeiriça, em Canas de Senhorim (Nelas), a empresa, de capital exclusivamente público, teve minas a funcionar em regiões graníticas dos distritos de Viseu, Guarda, Coimbra e Castelo Branco. Recentemente, o Governo comprometeu-se a realizar exames médicos periódicos aos trabalhadores, mas estes queixam-se de estarem ainda sem resposta às suas outras duas reivindicações: o pagamento de indemnizações às famílias das vítimas mortais e a equiparação a trabalhadores de fundo de mina que permitirá benefícios na idade da reforma. Desde que, numa assembleia-geral realizada em Março de 2001, foi decidida a dissolução e entrada em liquidação da ENU, por não ter viabilidade económica e devido a problemas ambientais, que os protestos dos trabalhadores têm sido constantes. Na altura da entrada em liquidação, trabalhavam ainda na empresa 44 pessoas, das quais apenas três permaneceram até ao seu fecho definitivo. Desde então que 40 trabalhadores (alguns entretanto tinham--se reformado) que desempenhavam funções no exterior das minas exigiam ser abrangidos por um decreto-lei que os equiparasse aos do interior das galerias, o que possibilitaria terem benefícios em termos de antecipação da idade da reforma, alegando também terem estado expostos à radioactividade do urânio. Depois de várias acções de protesto e quase quatro anos depois, os trabalhadores conseguiram que, em meados de Dezembro de 2004 - pouco tempo antes do fecho definitivo da ENU, o Conselho de Ministros tivesse aprovado o decreto-lei que veio satisfazer os seus desejos. O comunicado do Conselho de Ministros explicava que “razões de solidariedade, equidade e de justiça social justificam uma especial protecção dos trabalhadores que laboravam na ENU à data da sua dissolução”. No entanto, os outros trabalhadores que tinham deixado a empresa antes da sua entrada em dissolução - os mesmos que hoje se manifestam no Porto - exigiram também ser abrangidos por este decreto-lei, argumentando que todos sentiram na pele os efeitos da radioactividade.“Não pode haver injustiça da parte do Estado. Tem de haver direitos iguais para todos, porque todos fomos afectados”, reafirmou ontem, à Lusa, António Minhoto, que tem liderado esta luta. A medida beneficiaria mais de três centenas de pessoas, das cerca de 650 que entre 1977 e 1991 (altura em que começaram os despedimentos) trabalharam na ENU.Cada morte de um antigo trabalhador tem servido para exigir ao Governo a realização de exames médicos periódicos e o pagamento de indemnizações às suas famílias, com o argumento de que está provada a relação entre a exposição à radioactividade e as doenças oncológicas. Ainda que não haja um levantamento exaustivo do número de mortos, a estimativa aponta para mais de 60 nos últimos anos. “O meu marido trabalhou cerca de 25 anos no tratamento químico (do urânio) e morreu em 2000, com um tumor no fígado. E agora recebo apenas 152 euros da reforma dele”, lamentou Judite Gouveia, viúva de um antigo trabalhador. A viúva disse à Lusa não ter “quaisquer dúvidas” que “a doença foi apanhada no trabalho”, até porque “quando chegava a casa levava com ele uns cheiros horríveis”, que a levavam mesmo a pedir-lhe que se despisse antes de entrar em casa. Também Maria Adelina dos Anjos, cujo marido faleceu há menos de um ano, se lamenta da magra reforma de “27 contos, que não dá para nada”, depois de o marido ter trabalhado vinte anos no fundo de mina. “Ele morreu de um tumor no pulmão. Tenho a certeza que foi por ter trabalhado nas minhas, até porque nunca fumou. Era de toda a justiça as viúvas receberem uma indemnização, para que não se sentissem tão revoltadas”, afirmou.
http://www.asbeiras.pt/index2.php?area=viseu&numero=45721&ed=03072007
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julho 01, 2007
Homenagem ao Mineiro
A saudade, como sabem, é uma palavra que apenas existe na língua portuguesa. Na Urgeiriça mora a palavra Saudade...
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junho 29, 2007
A Urgeiriça...no "Esquerda".
Os riscos da exploração do urânio
http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=3289&Itemid=46
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junho 27, 2007
O nosso Hotel...



Algumas figuras ilustres ficaram ali hospedadas, como foi o caso da jornalista e escritora francesa Christine Garnier, autora do livro "Férias com Salazar", o Marechal Craveiro Lopes, o Rei Humberto de Itália, Sá Carneiro, Primeiro Ministro Português, o actor João Villaret e o Primeiro Ministro de Inglaterra, Sir Anthony Eden em lua de mel com a sua esposa, Clarisse Eden, sobrinha de Winston Churchil, entre muitas outras.
Situado em plena região dos vinhos do Dão, o Hotel Urgeiriça fica no seguimento do IC12 entre Canas de Senhorim e Nelas, no meio de uma grande quinta com muitas árvores e jardins.

Se vier do sul pela A1 entra no IP3, km 197, saída nº13 na direcção de Viseu com saída no km 82. Siga pelo IC12, direcção de Carregal do Sal, sentido Guarda - Mangualde, até Canas de Senhorim entrando directamente na EN 234. O Hotel Urgeiriça fica A 2Km da saída do IC12 na EN 234.

A cidade mais próxima é Viseu a 20 km, Coimbra fica a 70km, Lisboa a 270 km e o Porto a 150 km.
Aproveite e conheça este local paradisíaco e pleno de contrastes.


http://pedevento2004.blogs.sapo.pt/arquivo/2004_08.html

Als Gast dieses Hauses fühlt man sich wahrlich als Zeitreisender. Die Fassade aus Granit-Stein und die typisch englische Dekoration lassen dieses Haus so einzigartig und mystisch erscheinen. Das ehemalige Herrenhaus wurde vor über 70 Jahren erbaut und vor wenigen Jahren zu einem ansprechenden Hotel umgebaut. Zum Angebot des Hauses zählen der Swimmingpool, die Tennisplätze, das stilvoll eingerichtete Restaurant, die Bar mit Lounge-Atmosphäre sowie Tagungsräumlichkeiten.
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The Hotel Urgeiriça was built by an English man in the year 1930. He came to the region to work in the new Uranium mines found there at the time. Evidently he fell in love with region and decided to stay, so he built a hotel for his fellow Brits. Later in the eighties the hotel was sold. Its present Portuguese owner refurbished it completely and added a third floor. The remodeling was finished in 1995. Today this hotel can be considered one of those well kept secrets, it is somewhat like a chateau in Portugal, but with a well preserved English style. Plenty of ample salons, a wonderful restaurant where lunch or dinner can be enjoyed in a beautiful verandah and bedrooms, each one different one from the other, some with beautiful antique furniture, others with classic English pieces, and almost all, with a terrace to the countryside. Rooms categories are divided between standard and superior and although some standard rooms seam superior, the ones classified as superior, are really like a junior suite (only 10 of them in total). They also have five wonderful villas around the main building, which are fully equipped, (even dishwasher). These villas are really small houses fit for a family to live in! When booking this hotel is advisable to indicate the characteristics of the room desired, if available they will be reserve it for you.

3525-301 Canas de Senhorim - Nelas, Portugal Tel.: (+351) 232 67 12 67 Fax: (+351) 232 67 13 28
e-mail:info@hotelurgeirica.pt ou reservas@hotelurgeirica.pt
Publicada por ®efeneto à(s) 13:52 4 comentários
junho 25, 2007
Oferta...

Esta Ampulheta era usada pelos mineiros da Urgeiriça para marcar o tempo dos rastilhos e assim controlarem as explosões nas galerias da mina formada por uma peça de vidro estrangulada ao centro, tendo no interior areia vermelha, para proteger o vidro tem uma armação em madeira. Tem também uma protecção metálica de duplo cilindro com janelaO intervalo de tempo que esta Ampulheta conta é de 90 segundos
Postado Por Horácio Peixoto
http://municipiocds.blogspot.com/
Publicada por ®efeneto à(s) 16:15 0 comentários
Etiquetas: Oferta
junho 22, 2007
junho 20, 2007
junho 19, 2007
(...) onde se fala da Urgeiriça...
(...)Isso é com todas. Entre as mais perigosas são as do carvão. As de Urgeiriça têm o problema de manipularem com material radioactivo - mais concentrado e depois... maiores riscos para a saúde.
Em breve haverá minas na Lua. ;) (...)
(...)os chineses não perdem tempo, querem montar uma base na Lua para exploração de minas. Qualquer dia estouram com o ambiente da Terra, a queimar toneladas e toneladas de carvão... :S Aliás os céus por lá são muito opacos... há dias seguidos sem verem o Sol tal é espessa a camada de poeiras, aerossóis e outros quejandos. :S (...)
Espreite mais opiniões em:
http://groups.google.com.br/groups/search?q=Minas+da+Urgeiri%C3%A7a&qt_s=Pesquisar
efeneto
Publicada por ®efeneto à(s) 13:03 0 comentários
junho 18, 2007
A urgeiriça...na "RTP online"
Publicada por Anónimo à(s) 10:09 0 comentários
junho 14, 2007
junho 12, 2007
A Urgeiriça...no "Diário Regional de Viseu".
Terça-feira, 12 de Junho 2007
Governo aprova programa de saúde para ex-trabalhadores da ENU
Os ex-trabalhadores da ENU (antiga empresa de exploração de urânio localizada na Urgeiriça - Canas de Senhorim) vão ter "vigilância e apoio à saúde" num programa que o Ministério vai desenvolver até 2010.
O "Programa de Intervenção em Saúde" já teve o aval do ministro Correia de Campos, que hoje está em Viseu (ver caixa). Segundo o documento, a que o nosso Jornal teve acesso, o programa foi criado para que sejam "minimizados os possíveis efeitos da comprovada contaminação ambiental, com vista à identificação dos ex-mineiros, à sua vigilância e apoio à saúde, em condições de periocidade assegurada".
De acordo com as fases do programa, ainda durante este ano serão realizados os exames médicos a todos os ex-trabalhadores.
O passo seguinte envolverá a compilação da informação numa base de dados de forma a "consolidar o conhecimento sobre este grupo populacional" e referenciar os ex-trabalhadores para os respectivos médicos assistentes ou especialidades necessárias. Até 2010, o Programa prevê também uma vigilância periódica, assim como a elaboração de um relatório final sobre a sua implementação.
Fonte do Ministério adiantou ao nosso Jornal que o Programa justifica-se com o estudo técnico-científico MinUrar que indica que os ex-trabalhadores "têm um risco acrescido para a saúde por terem sido submetidos a uma maior exposição a materiais radioactivos". "Actualmente, 16 anos volvidos após o encerramento das minas, sem serviços de saúde ocupacional, os ex-mineiros sentem-se preocupados, dada a cada vez maior consciência dos riscos que a sua profissão possa ter implicado", adianta fonte ministerial.
MinUrar
O projecto MinUrar, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge em colaboração com outras entidades, teve como objectivo estudar as minas de urânio e os seus efeitos na saúde, recorrendo a três grupos de freguesias: a de Canas, onde se situa a mina da Urgeiriça e se efectuava o tratamento químico de minério, outras com minas mas sem secção de tratamento e ainda em outras sem actividade mineira.
Segundo o relatório, em média, os habitantes de Canas de Senhorim têm concentrações de polónio semelhantes aos das outras freguesias onde houve actividade mineira, "sendo ambas significativamente mais elevadas" que as registadas no terceiro grupo. Já as concentrações de chumbo indicam que os habitantes de Canas de Senhorim têm "uma taxa de ingestão actual deste radionuclido, provavelmente através da água de consumo", mais elevada do que os outros dois grupos.
Ex-trabalhadores
Os ex-trabalhadores, face às conclusões, têm vindo a exigir uma intervenção rápida por parte do Governo. A realização de exames médicos periódicos, a obtenção de benefícios na idade da reforma e o pagamento de indemnizações às famílias dos colegas que morreram são algumas das reivindicações.
Ontem, António Minhoto, porta-voz dos ex-mineiros, adiantou ao nosso Jornal que a aprovação do Programa é "um sinal de abertura às nossas reivindicações", mas deixou claro de que "não vamos baixar os braços às outras exigências".
Por isso, António Minhoto lembrou que para domingo está marcado um plenário onde vão ser discutidas as formas de luta prometidas, entre elas a presença no dia 1 de Julho em Lisboa aquando da tomada de posse da Presidência Europeia por parte de Portugal.
Publicada por ®efeneto à(s) 15:27 0 comentários
Etiquetas: Jornais
