

A areia do deserto continua manchada de sangue no Sudão, um gigante dividido no seu âmago por uma multiplicidade de identidades étnicas, culturais, religiosas e regionais. Para os olhos mediáticos do mundo, este gigante não é mais do que o reflexo de imagens quase inacreditáveis de sofrimento humano, em resultado de focos de conflitualidade que se sucedem, como se a História se repetisse com matizes diversas mas num ciclo interminável de violência e luta pelo poder.
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