O portal de Canas de Senhorim
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março 02, 2009

Velhos tempos de escola...


janeiro 09, 2009

1910

1940

1955

1968

outubro 21, 2008

Memórias do “Pirolito”

Sporting Clube de Santar á 40 anos
(ainda não federado)Em cima da esquerda para a direita:
Mineiro – Tónio Pera – Manel Mena – Pina – Zé Juino e Aurélio Gabriel (gr)
Em baixo pela mesma ordem:
Fernando Madeira – João PéDescalço – PIROLITO – Zé Pera – e ????? (o Pirolito não se lembra)


junho 25, 2008

3 Anos...O Começo de Uma Aventura

27/JUN/2005

[ Carta de Couto de D. Sancho I _ 1186 ]
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, amen. Reconhecem todos os homens que tenham ouvido ler esta carta que eu , Dom Sancho, Rei dos Portugueses por graça de Deus com a minha única esposa, rainha D. Dulce e com os meus filhos, rei D. Afonso e rainha D. Sancha instituimo-vos a Carta de Couto, sendo Bispo de Vizeu, D. João. Garantimos, pois nos marcos erguidos para sinal de Couto, ratificamos esta vossa propriedade que designamos Cannas, situada na terra e no termo de Senhorym.
in "Canas de Senhorim-História e Património" ed. Junta de Freguesia de Canas de Senhorim, 1996
Publicada por ibotter em 20:02 Etiquetas:



junho 01, 2008

A Nossa Futura Capela




novembro 29, 2007

A nossa Padroeira III

Santa Bárbara, virgem e mártir
Celebrada em 04 de Dezembro


A Grande Santa e Mártir Bárbara viveu e sofreu durante o reinado do imperador Maximiano (305-311). Seu pai, um pagão de nome Dióscoro era um homem rico e ilustre da cidade fenícia de Heliópolis; como ele ficou viúvo muito cedo, voltou toda a sua atenção em devoção a sua filha única. Bárbara tinha uma beleza tão extraordinária que seu pai decidiu criá-la afastada dos olhos de estranhos. Para isso ele construiu uma torre, na qual ela vivia, junto de seus tutores pagãos.
Do alto da torre, ela podia vislumbrar a imensidão da criação de Deus: durante o dia, ela via colinas cobertas de florestas, rios que cortavam a terra e campinas cobertas por flores de todas as cores do arco-íris; e, a noite, o impressionante espetáculo da harmonia e majestade dos céus estrelados. Logo a jovem donzela passou a se questionar sobre o Criador de um mundo tão esplêndido e harmonioso. Aos poucos elas foi se convencendo que os ídolos pagão eram criação das mãos humanas, e embora seu pai e tutores a ensinavam a adorá-los, os ídolos não se mostravam sábios ou divinos o suficiente para terem criado o mundo. O desejo de Bárbara de conhecer o Deus Verdadeiro consumia sua alma de tal maneira que ela decidiu devotar toda a as vida a isto, vivendo em castidade.
Mas a fama de sua beleza espalhou-se pela cidade, e surgiram muitos pretendentes à sua mão. E apesar das súplicas de seu pai, ela recusou, dizendo-lhe que sua persistência poderia separá-los para sempre, tendo um final trágico. Dióscoro, então, decidiu que o temperamento de sua filha havia sido afetado por sua vida reclusa – ele, então, permitiu que ela deixasse a torre, concedendo-lhe a liberdade de escolha de seus amigos e conhecidos. Foi assim que a donzela conheceu na cidade jovens cristãos, que lhe revelaram sobre os ensinamentos de Deus, a vida de Nosso Senhor, a Trindade e a Sabedoria Divina. Pela Providência Divina, após um certo tempo, um padre de Alexandria, disfarçado como mercador, chegou a Heliópolis, e posteriormente veio a batizar Bárbara.
Enquanto isso, um luxuoso quarto de banho estava sendo construído na casa de Dióscoro. Segundo suas ordens, os operários deveriam construir duas janelas na parede sul; mas Bárbara, aproveitando-se da ausência de seu pai, pediu-lhes para que fosse feita uma terceira janela, representando a Trindade. Sobre a entrada do quarto de banho Bárbara esculpiu em pedra uma cruz – segundo o hagiógrafo Simeão Metafrastes, certo tempo após a fonte que originalmente abastecia o quarto de banho ter secado, ela voltou a jorrar água com poderes curativos.
Quando Dióscoro retornou, expressando insatisfação com as mudanças em sua obra, sua filha lhe contou sobre seu conhecimento do Deus Triúno, sobre a salvação pelo Filho de Deus e da futilidade de adorar falsos ídolos.
Dióscoro imediatamente foi tomado pela fúria, tomando uma espada para matá-la; a jovem fugiu de seu pai, que partiu em sua perseguição; quando Santa Bárbara chegou a uma colina, nele se abriu uma caverna para escondê-la em seu interior. Após uma busca longa e sem resultados por sua filha, Dióscoro viu dois pastores em uma colina. Um deles lhe mostrou a caverna onde a Santa havia se escondido – quando a encontrou, Dióscoro lhe deu uma surra terrível, para depois mantê-la em cativeiro, em um jejum forçado. Vendo que não conseguia vencer a fé de Santa Bárbara, ele a levou para Marciano, o governador da cidade. Juntos, eles voltaram a surrá-la e chicoteá-la, salgando suas feridas. À noite, a Santa Donzela rezou com fé ao Senhor, e Ele lhe apareceu em pessoa, curando seus ferimentos. Ela, então, sofreu tormentos mais cruéis ainda.
Entre a multidão que se encontrava próximo ao local da tortura, havia uma cristã moradora de Heliópolis, de nome Juliana, e seu coração havia se enchido de compaixão pelo martírio voluntário da bela e ilustre donzela.
Também desejando se sacrificar por Cristo e sua fé, e começou a denunciar os torturadores em voz alta, sendo presa logo em seguida. Ambas a Santas Mártires foram torturadas por muito tempo; após serem flageladas, foram levadas pelas ruas da cidade, em meio à zombaria e escárnio da multidão.
Após a humilhação, as fiéis seguidoras de Cristo, Santas Bárbara e Juliana foram decapitadas. O próprio Dióscoro executou Santa Bárbara. A fúria de Deus não tardou a punir seus torturadores e executores: logo em seguida, Dióscoro e Marciano foram fulminados por raios e relâmpago.
No século VI, as relíquias da Santa Mártir Bárbara foram transladados para Constantinopla. No século XII, a filha do Imperador Bizantino Aleixo Comenes, a princesa Bárbara, após contrair matrimônio com o príncipe russo Miguel Izyaslavich as transladou para Kiev, capital da atual Ucrânia. Hoje suas santas relíquias descansam na Catedral de São Valdomiro em Kiev.
radução e adaptação: Ricardo Williams G. Santos

abril 25, 2007

Um pouco da história...

O Cientista Mário Augusto da Silva...

(...) Mário Silva chegou a Paris em Setembro de 1925 sem carta de apresentação ou recomendação para pessoas ou entidades francesas. Nem sequer para o Instituto do Rádio onde iria trabalhar. Quando chegou a Paris foi falar com um dos maiores democratas portugueses da I República, Affonso Costa, nessa altura exilado em Paris, e para quem levava uma carta de recomendação escrita por Gaspar de Lemos, grande democrata da Figueira da Foz, correligionário político e grande amigo do pai de Mário Silva e que havia sido ministro da agricultura do governo presidido por Affonso Costa. Na altura da apresentação, ao saber que desejava frequentar o Laboratório Curie, prometeu-lhe nesse mesmo momento que o apresentaria a Paul Langevin, seu grande amigo. Affonso Costa impressionou-o pelas suas ideias sobre a exploração de rádio em Portugal e a concessão que havia sido dada aos ingleses na Urgeiriça. Mário Silva não esqueceu e lembrou o papel de Affonso Costa, dado o seu prestígio junto da comunidade científica francesa. (...)
http://nautilus.fis.uc.pt/museu/www.fis.uc.pt/museu/msilva/biografia.html

DATAS RELEVANTES:

1912 - Abertura com periodos de arranques/paragens por uma firma Inglesa de nome Burnay.

1944 - Inicia do extracção de urâneo.

1951 - Inicio da produção de urâneo e rádio com o nome de CPR (Companhia Portuguesa de Rádio), Inauguração da Casa de Pessoal (3 de Dezembro) e da escola (4 de Dezembro).

1962 - Alteração do nome da empresa para JNC (Junta de Energia Nuclear).

1976 - Nova alteração do nome da empresa para ENU (Empresa Nacional de Urâneo).

1992 - Encerramento da extracção e produção de urâneo.

2004 - Extinsão da empresa (31 de Dezembro de 2004).

Nota: Qualquer erro encontado os autores agradecem rectificação. Obrigado.